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Dia Mundial do Fusca relembra o histórico veículo

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Dia 22/6 é o Dia Mundial do Fusca, data estabelecida em 1995, durante o V Encontro Internacional de VW Antigos, em Bad Camberg, na Alemanha. Nessa data, em 1934, foi assinado o contrato entre a Associação Nacional da Industria Automobilística Alemã e Ferdinand Porsche. Segundo este contrato a Eng. h.c. Ferdinand Porsche GmbH deveria desenvolver o Volkswagen (carro do povo) e apresentar o primeiro protótipo em 10 meses a partir de então.

Como parte das comemorações do Dia, foi realizado evento no Sambódromo do Anhembi, que contou com a participação de 28 veículos em desfile pela passarela do samba, e mais de duzentos exemplares tomaram conta do Sambódromo na noite de ontem, 21.
Ao longo de sua história, o Fusca tornou-se querido por motoristas dos quatro cantos do mundo. Tanto que não lhe faltou apelidos carinhosos para identificar o possante: "Kewer" (besouro) na África do Sul, "Escarabajo" (escaravelho) na Espanha, "Bug" (inseto) nos EUA e muitos outros.

Curiosidades
  • O carro que teve a maior quilometragem sem fundir o motor é o Fusca. Em 1963, Albert Klein conseguiu bater o recorde de rodagem atingindo a marca de 12.512.852 km.
  • O nome original do Fusca era KDF (Kraft Durch Freude, que significa "Força através da alegria"). Volkswagen, nome oficial do carro na Alemanha, foi dado originalmente pelo Opel, ligada à GM. Quando Hitler e sua comitiva visitaram o salão de Berlim, em 1938, um dos diretores apresentou o modelo KDF como Volkswagen ou "carro do povo". Tempos depois, tanto o nome da fábrica como o do carro mudaram para Volkswagen.
  • O Fusca é o carro que ficou mais tempo em produção em série no mundo inteiro, de 1934 - quando surgiram os primeiros protótipos - a 2003. Só vai perder o recorde neste ano para a Kombi.
  • Nos anos 30 na Alemanha, muitas pessoas não tinham garagem. Os carros ficavam na rua e a água do radiador congelava. O projeto da Porsche para o Fusca era ter refrigeração a ar, impedindo o congelamento da água.
  • De acordo com a FBVA, existem 76 clubes registrados no país. Todos tem fuscas no acervo. Do total de clubes, 47 estão no Sudeste.
  • 5.800 peças compõem, em média, um Fusca. Dependendo do modelo, esse número pode chegar a 7 mil.
  • Em 1963, o carro preferido de 82,8% dos brasileiros e de 83% dos americanos era o Fusca.
  • Em 1972, um em cada dois brasileiros que saíam das concessionárias tinha nas mãos as chaves de um Fusca.
  • Em 1986, 30% da frota de automóveis do país era composta por Fuscas.
  • Em 1993, a lista de espera de compradores do novo Fusca chegou a 13 mil pessoas.
  • No 7º Encontro Nacional do Fusca, em 1995, desfilaram 2.728 Fuscas de todos os modelos e adaptações possíveis para mais de 15 mil pessoas.
Veja abaixo uma lista de apelidos que o Fusca recebeu ao redor do mundo.

História
1932 - Ferdinand Porsche, nascido no dia 3 de setembro de 1875 no Império Austro-Húngaro, esboça o desenho do Fusca.
1934 - Porsche cria o NSU, protótipo do Fusca que rodou até 1955, quando foi adquirido pelo Auto-Museum da Volkswagen, na Alemanha.
1935 - Porsche recebe 200 mil marcos do governo alemão para, no prazo de dez meses, produzir três protótipos.
1936 - Da garagem da casa de Porsche, com 16 meses de atraso, saem três protótipos batizados de Volksauto-série VW-3, que seriam testados por 50 mil Km.
1937 - A associação entre Porsche, Daimler-Benz e Reuter & Co. produz mais de 30 protótipos, batizados de VW-30, e realiza 2,4 milhões de Km de testes.
O governo alemão, já sob o comando de Adolf Hitler, cria uma empresa estatal e viabiliza a fabricação do carro. O capital inicial, de 50 milhões de marcos, veio da Kdf (iniciais em alemão de Força da Alegria), um dos departamentos da Frente Trabalhista Alemã, o sindicato oficial.
O nome original do veículo, Kdf-Wagen, não pegou.
Porsche viaja para os EUA para visitar as linhas de montagem de Detroit e se encontrar com Henry Ford.
1938 - Começam a ser contruídas em Fallersleben, na baixa Saxônica (região entre o rio Reno e o mar Báltico), a fábrica para a produção do carro e uma cidade para 90 mil habitantes, destinada aos futuros operários e suas famílias. Depois, a cidade recebeu o nome de Wolfsburg.
Parte do dinheiro destinado às obras provinha de alemães que, mesmo sem saber a data da entrega, queriam um Kdf-Wagen.
1939 - Com o início da II Guerra Mundial, os Kdf-Wagen não chegam a ser fabricados e a nova fábrica estreia produzindo veiculos militares, com destaque para o Kubelwagen (tipo de camburão, que teve 55 mil unidades produzidas) e para os Schwimmwagen (carro anfíbio, com 15 mil unidades).
1939 - Devido ao início da II Guerra Mundial, o Volkswagen acabou virando veículo militar. Derivados do Fusca, como jipes e até um modelo anfíbio Shwinwagen. A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas, o motor de 995 cc e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas.
1944 - Os aliados atacam e destroem a fábrica.
1945 - Término da II Guerra Mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída.
Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen.
Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst resolveu "adotar" o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada.
Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a ser utilizado em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc.
1946 - Começa a reconstrução da fábrica e a produção é limitada. Um ano depois da retomada, já existiam 10 mil volkswagens sedans em circulação.
1947 - Ingleses, Soviéticos e Norte-americanos não se interessam pela fábrica.
1948 - Heinrich Nordhoff assume a presidência da fábrica e eleva a produção para 19.214 unidades/ano.
Existiam 25 mil veículos, sendo 4.400 para exportação.
1949 - A produção cresce para 46.154 unidades e um acordo com a Chrysler permite a utilização da rede de revendas da marca norte-americana em todo o mundo.
Foi o primeiro ano do Fusca nos EUA e apenas duas unidades foram vendidas.
1949 - O Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA. Basicamente o Fusca até então era um projeto que havia dado certo, até meados de 1956, quase nada havia mecanicamente mudado de seu projeto original. Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante.
1950 - O primeiro lote de "Fuscas" desembarca no Brasil, via porto de Santos. Com 10 Fuscas e duas Kombi barndoor, em seguida vieram mais 30 unidades e tambem foram rapidamente vendidas, o 1º "Fusca" no Brasil foi vendido ao paulista Rodolfo Maers.
1951 - Morre Ferdinand Porsche. Surge a partir de 13/4/51, entradas de ventilação externas laterais (Gela-saco) localizadas logo após os pára-lamas dianteiros, que perdurou até a 1º. 10.52. Após, se iniciou a versão Zwitter.
1953 - O Fusca surgia com "quebra-ventos" nas janelas laterais, e a partir da segunda série deste ano a janela traseira se resumia a uma única, em formato oval. Em 10/3/53, encerra-se a produção do Fusca modelo Zwitter, passando-se a produção do Fusca Modelo Oval. A partir do modelo Oval, substituem-se então as duas janelinhas bipartida por esta "Oval". O primeiro modelo Oval teve o Chassis com o nº 454 952.
Em março de 1953, a Volkswagen do Brasil se estabelece em um armazém na rua do Manifesto, no bairro paulistano do Ipiranga. As peças chegavam embaladas da Alemanha e, depois de horas de trabalho, se transformavam, ganhando as ruas do país. Entre 1953 e 1957, 2.268 fuscas e 557 Kombis foram montados.
1955 - O milionésimo Fusca chegou nesse ano. Dez anos depois, um milhão de fuscas foram produzidos a cada ano.
Surge nos Fuscas Ovais comercializados nos EUA entre 1955 a 1957, as "Mamicas" – mini-piscas localizados perto do foral do carro, nos pára-lamas dianteiros.
1956 - A Volkswagen inicia a construção de sua fábrica de 10,2 mil metros quadrados no Km 23,5 da Via Anchieta (São Bernardo do Campo/SP). Surge o Volante "Corcunda" perdurando até 1959.
1959 - O Fusca começa a ser produzido no dia 3/1, com um índice de nacionalização de 54%. A primeira unidade é adquirida pelo empresário paulista Eduardo Andrea Matarazzo.
No dia 18/11, a fábrica Via Anchieta Km 23,5 é inaugurada oficialmente. A Volks brasileira fecha o ano com 8.406 unidades vendidas. Há a introdução de uma barra estabilizadora no eixo dianteiro; surge a "mamadeira" – reservatório de água do esguicho localizado abaixo do painel, usado nos fuscas nacionais de 1959 a 1962.
1961 - No segundo semestre, o sistema de sinaleiros (pisca-pisca) deixa de ser uma barra na coluna lateral central (também chamada de bananinha) para as lanternas traseiras, juntamente com as luzes de freio. E assim as mudanças foram surgindo. O câmbio deixa de "seco" para ter as quatro marchas sincronizadas, o mesmo que existe até hoje.
1962 - O Fusca torna-se líder de vendas no Brasil, com 31.014 veículos vendidos. Há luz assimétrica nos faróis, novas lanternas traseiras, maiores com as lentes vermelhas e laranja, gancho-cabide, reservatório do fluído do freio de plástico e friso na saída do ar quente. O Chassi é inteiramente nacional.
1963 - As janelas traseiras agora passam a ser basculantes; há novo descansa-braço; lavador de pára-brisa pneumático no lugar da antiga "mamadeira" sob o painel; amortecedor de direção.
1965 - Em 64/65, os bancos mudarão passaram a ter uma parte central em tecido (pijaminha), trava de direção ligada diretamente ao sistema de ignição, lanterna de placa traseira maior; sinalizadores de direção redesenhados, conforme normas internacionais; maior espaço para os passageiros do banco de trás; encosto de banco traseiro dobrável barra de direção com lubrificação automática. Neste mesmo ano, enquanto que na Alemanha o carro é fabricado com os vidros maiores e o pára-brisa mais alto e ligeiramente curvo, no Brasil a fábrica lança, aproveitando um financiamento governamental, o Fusca versão "Pé de Boi", para o campo, cerca de 20% mais barata (não possuía nenhum item cromado ou acessórios). As diferenças eram os acessórios da carroceria; os revestimentos internos foram modificados; os párachoques e as calotas são pintados; foram suprimidos pisca-piscas, cinzeiro, pingente, forrações e a tampa do porta-luvas.
Tambem entra no mercado o Fusca com Teto Solar que logo foi apelidado de Cornowagen. Talvez por isso não tenha ficado por muito tempo no mercado.
1966 - É apresentado no segundo semestre o assim denominado "Modelinho", com espaço para receber o futuro motor 1300, foi feita a única alteração no tamanho dos vidros em toda a história da produção do Fusca no Brasil, com a vigia traseira mais alta e mais larga e descanso dos limpadores de pára-brisa no lado esquerdo (no lugar do direito).
1967 - O Fusca passa por uma importante mudança: ele ganha motor 1.300 cc ao invés dos 1.200 cc que o equipava até então. Logo ganha o Apelido de Tigrão devido ao ronco do motor "mais potente".
Os aros das rodas também receberam furos para melhor ventilação do sistema de freios. Já em 1968 foi provado que o sistema de 6 volts que o equipava não se mostrava eficiente, aí o Fusca ganhara um novo sistema elétrico 12 volts. E a caixa de direção passa a ser lubrificada com graxa.
1970 - O Fusca sofreu uma grande transformação. Continuando com a versão 1.300 cc, surgiram a versão 1.500 cc (2º. semestre) essa com 52 cv (SAE) de potência.
Carinhosamente apelidado de "Fuscão". Para essa versão, o Fusca também recebeu uma barra compensadora no eixo traseiro, para finalidade de maior estabilidade. Esteticamente o capô do motor ganhou aberturas para maior ventilação, novas lanternas, cintos de segurança. Como opcional o Fusca tinha freios a disco na dianteira.
1972 - A Volkswagen do Brasil atinge a produção de 1 milhão de Fuscas. Novo interruptor de luzes indicadoras de direção; novo garfo para a embreagem.
1973 - O novo sistema de carburação com carburadores recalibrados para menor consumo, e novo distribuidor vácuocentrífugo deram mais ênfase ao carro que sem dúvida era um sucesso total.
1974 - Nunca se vendeu tanto Fusca no Brasil como neste ano.
O Fusca teve uma produção de 239.393 unidades somente em 1974. Comparado a produção de 1969 que era de 126.319, foi um impressionante salto nas vendas.
Tudo provava o absoluto sucesso do Fusca. E também nessa época que surgiu o Fusca com motorização 1.600-S que rendia 65 cv (SAE) com dupla carburação.
As mudanças mecânicas para esse ano eram o eixo dianteiro com bitola mais larga e a mudança estética foi o maior párabrisa para as versões 1.300 e 1.500. 1975 - a linha VW foi ampliada com a chegada do novo motor 1.300 e o modelo 1.600 passou a ter a alavanca de câmbio mais curta e filtro de ar do carburador de papel. Outras alterações também vieram, como painel.
1976 - Atinge a marca de 2.000.000 de unidades. O Fusca modelo 1300L é muito bem aceito devido ao luxo no acabamento, retrovisores e limpadores de pára-brisa maiores e em nova posição maiores e a economia chegando a fazer quase 14 Km/l; Inclusão de trava de segurança no encosto dos assentos; limpadores de pára-brisa maiores e com nova fixação. Tampa do motor, também dos 1300, com os rasgos de ventilação, distribuídos em duas colunas de cada lado.
1977 - Interruptor do limpador do pára-brisa na coluna de direção; luz vermelha no velocímetro para controlar anormalidades ; comando do painel de instrumento iluminado ; para-sóis bi-articulado . 1978 - o bocal do tanque de combustível passou a ser do lado externo do carro, e não dentro do porta-malas como mostrava-se até então. Em 19/1, a Volkswagen alemã deixa de produzir o Fusca, em sua linha de montagem em Wolfsburg.
1979 - As lanternas traseiras ganharam nova forma, e pelo seu grande tamanho, esta versão do fusca, a partir desse ano foi apelidado de "Fusca Fafá".
1980 - Opção de apoio de cabeça. Motor 1300 à álcool.
1981 - Novo volante com diâmetro menor (380 mm); acendedor de cigarros na versão 1300GL, dotada também de interior monocromático, rasgos de ventilação na tampa do motor, frisos de borrachas nos para choques e desembaçador traseiro.
1983 - Adotaram o nome oficial de "FUSCA". Com algumas poucas inovações como caixa de câmbio "Life-Time” (dispensa troca periódica de lubrificante), ignição eletrônica nos modelos a álcool, bomba de combustível com proteção anti-corrosiva, válvulas termo pneumáticas nas entradas dos filtros de ar (com a função de controlar a temperatura do ar aspirado para finalidade de melhorar a queima da mistura).
1984 - Muda tudo. A versão 1.300 do Fusca desaparece. Surge aí um novo 1.600. Com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, além de novas câmaras de combustão, o novo motor rendia 46 cv a 4.000 RPM e torque máximo de 10,1 kgf/m a 2.000 RPM. Agora a medição foi feita no método DIN e não mais no SAE. Equipavam a versão também novos freios a disco na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica.
1985 - É lançado o Fusca de série especial, na cor verde cristalino metálico, com vários acessórios já incorporados e com rodas aro 14 (rodas de Brasília) com pneus mais largos; as laterais da porta passaram a ser forradas com tecido de alta qualidade.
1986 - O Fusca ganha bancos reclináveis com apoio de cabeça e janelas laterais traseiras basculantes; painel de instrumentos forrados; volante espumado. No final do ano, no entanto, por razões mercadológicas (as vendas decresciam anualmente desde 1980 devido à chegada de carros mais modernos), a Volks tira o carro de linha e as ultimas 800 unidades produzidas (não vendidas ao público) são chamadas de Fusca Última Série", que vinham com chave de ouro, vidros verdes com térmico traseiro e degrade, pintura azul metálica e outros opcionais.
A data de 18/8 marca oficialmente o decreto do fim da produção do Fusca no Brasil, após 27 anos ininterruptos de produção.
1993 - Por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo, como nesses seus 60 anos muito bem vividos. Na segunda fase de 1993, sem mudanças na carroceria nem no motor o fusca ganhou pára-choques na cor do veículo, canalizador com uma única saída de escape no pára-lamas esquerdo, estofamentos novos, volante novo e muitos outros detalhes de acabamento, inclusive detalhes opcionais.
Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas.
1996 - No mês de julho deste ano o Fusca deixou mais fãs por seu rastro. Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa versão "FUSCA SÉRIE OURO", onde os últimos 1.500 proprietários de fuscas "novos" têm seus nomes guardados em um "Livro de ouro da VW." Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a versão.
Com estofamentos do Pointer GTI, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes (75% transp.) esta foi a série de gala do querido carrinho. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de vendas e de mercado.
Ao todo foram fabricados mais de 3,2 milhões de Fuscas no Brasil. Em novembro, é instituído oficialmente o Dia do Fusca (20/1).
1998 - Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o NEW BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o "querido carrinho" fez por merecer.
2003 - Em 30/7 a Fábrica de Puebla, no México Fabrica o último Vocho (nome do Fusca por la). Foram fabricados 3 mil exemplares da Ultima Edition. Ao todo Foram mais de 21 milhões de Fuscas fabricados no mundo todo.
Fonte: migalhas.com.br

 
 
 
by AméricaDez
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